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A menina que eu fui
Talvez eu tenha passado tempo demais tentando descobrir o que havia de errado comigo. Desde menina, eu conheci o peso dos julgamentos. Aprendi cedo que as pessoas sempre têm alguma coisa a dizer sobre quem somos, sobre como deveríamos agir, sentir, falar, amar, ficar ou partir. E, de tanto ouvir, comecei a acreditar. Talvez eu fosse sensível demais. Talvez falasse demais. Talvez sentisse demais. Talvez precisasse mudar. Melhorar. Ser mais fácil. Mais paciente. Menos intensa.
3 de jun.


Dicas para superar términos amorosos: superando o fim de um relacionamento com resiliência
O fim de um relacionamento é como uma tempestade que chega sem avisar. Eu me senti perdida, como se o chão tivesse sumido sob meus pés. A dor parecia um nó apertado no peito, difícil de desfazer. Mas, com o tempo, aprendi que é possível atravessar essa tempestade com resiliência. Quero compartilhar com você o que descobri nesse caminho, para que juntos possamos encontrar luz mesmo nos dias mais escuros. Entendendo a dor: o primeiro passo para a cura Quando um relacionamento t
8 de mai.


Queria voltar a ser aquela pessoa segura
Reflexões sobre o Autoconhecimento Queria voltar a ser aquela pessoa segura que eu era antes. Aquela que silenciava o mundo com um simples gesto, desativava notificações, não sentia urgência em responder, não contava minutos esperando resposta. Aquela que não media o próprio valor pelo tempo de uma mensagem e que sabia estar sozinha sem se sentir abandonada. Eu sinto falta da versão de mim que encontrava companhia no próprio silêncio, que tinha energia para ler, escrever, sai
29 de abr.


Mais uma despedida
Hoje eu tomei a decisão de ir embora. Não porque foi fácil, mas porque, sendo muito sincera comigo mesma, a única pessoa que ainda estava ali era eu. Você já tinha ido embora há muito tempo. Eu vi você indo, mas não quis aceitar. A Ausência e o Ciclo Vicioso Tudo começou com uma ausência disfarçada de falta de tempo. Depois vieram os términos. As voltas nunca eram iguais. Sempre voltavam mais pesadas, cheias de medos, dúvidas e inseguranças. Qualquer deslize meu era motivo pa
19 de abr.


Eu já sabia que você não ia ficar
O meu problema nunca foi não perceber os sinais. Foi insistir, mesmo percebendo. Eu sempre soube quando algo não estava certo, quando o interesse diminuía, quando o cuidado já não era o mesmo, mas ainda assim eu ficava. Eu tenho essa mania perigosa de permitir que as pessoas me machuquem aos poucos, de ir tolerando pequenas ausências, pequenas faltas, pequenas decepções, até o ponto em que eu já não me reconheço mais. E, por fim, eu simplesmente deixo de sentir. Não porque pa
16 de abr.


O silêncio que não foi briga
No começo, amar é barulho bom. Mensagem no meio do dia. Voz presente. Olho atento. Aquela sensação de ser escolhida sem precisar pedir. Existe troca. Existe vontade. Existe tempo. E então, sem aviso, algo muda. Não é uma briga. Não é um fim. É um silêncio que cresce devagar. Uma resposta curta. Um “tá bom” onde antes havia conversa. A estranha sensação de estar perto, mas não exatamente junto. A relação continua, mas algo já não sustenta como antes. Quando a gente se vê pouco
2 de abr.




























































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