No papel, eu sou livre!
- 4 de jan. de 2025
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Atualizado: 3 de fev.
Oi. Vou começar sendo sincera: dispenso apresentações.
Este é apenas o meu espaço. Um cantinho silencioso (ou nem tanto) onde eu escrevo para espantar os males, anunciar as boas novas e, principalmente, dar voz ao que o coração insiste em sentir em silêncio. Escrever, para mim, é isso: um alívio. Um respiro. Um encontro.
Cada vez que escrevo, descubro uma nova versão de mim, alguém que eu nem sabia que existia. É como se o universo me concedesse licença para ser quem eu quiser, sem rótulos, sem julgamentos. Nas palavras, encontro coragem. Aqui, posso me expressar sem medo. E convenhamos: não é todo dia que a gente consegue fazer isso.
Mas não se engane. Você conhecerá apenas aquilo que eu escolhi contar. E talvez essa seja a parte mais interessante de todas.
Posso transformar imaginação em realidade, realidade em fantasia. Posso contar a minha história, emprestar voz às histórias de outros ou misturar tudo isso em uma só narrativa. Ainda assim, quem realmente está por trás dessas palavras continuará sendo um mistério.
E isso tem nome: liberdade.
Escrever é um ato de libertar a si mesma. As palavras têm esse poder quase invisível de aliviar o peso, acalmar a angústia e organizar sentimentos que estavam guardados há tempo demais. Quando tudo parecer confuso, experimente escrever. Não para alguém. Para você.
Escreva sem medo. E se não gostar, rasgue. Recomece. Escreva de novo. Quantas vezes forem necessárias, até sentir que algo dentro de você ficou mais leve.
Até sentir-se, enfim, livre.




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